novembro 13, 2004

É alentejana ondulante planície
O corpo de mulher
É Alentejo
De geminados montes
E sulcos lavrados no
Divino Barro
É crespa seara
Da terra fecunda do pão

E é uma suavidade
Rude no tacto
E a desconfiança
Na entrega
E o vento suão bafejando
O aproximar dos lábios ao beijo

Publicado por Jsilvestre em novembro 13, 2004 11:09 AM
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