É alentejana ondulante planície
O corpo de mulher
É Alentejo
De geminados montes
E sulcos lavrados no
Divino Barro
É crespa seara
Da terra fecunda do pão
E é uma suavidade
Rude no tacto
E a desconfiança
Na entrega
E o vento suão bafejando
O aproximar dos lábios ao beijo